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quarta-feira, 30 de abril de 2008

Partido dos Aposentados da Nação (PAN) - 26

Partido da Causa Operária (PCO) - 29

Partido Comunista do Brasil (PCdoB) - 65

Partido Comunista Brasileiro (PCB) - 21

Partido Democrático Trabalhista (PDT) - 12

Partido da Frente Liberal (PFL) - 25

Partido Humanista da Solidariedade (PHS) - 31

Partido Liberal (PL) - 22

Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) - 15

Partido da Mobilização Nacional (PMN) - 33

Partido Progressista (PP) - 11

Partido Popular Socialista (PPS) - 23

Partido da Reedificação da Ordem Nacional (PRONA) - 56

Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) - 28

Partido Republicano Brasileiro (PRB) - 10

Partido Republicano Progressista (PRP) - 44

Partido Socialista Brasileiro (PSB) - 40

Partido Social Cristão (PSC) - 20

Partido Social Democrata Cristão (PSDC) - 27

Partido Social Liberal (PSL) - 17

Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) - 45

Partido Socialismo e Liberdade (P-SOL) - 50

Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) - 16

Partido dos Trabalhadores (PT) - 13

Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) - 14

Partido Trabalhista Cristão (PTC) - 36

Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB) - 70

Partido Trabalhista Nacional (PTN) - 19

Partido Verde (PV) - 43
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Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)

Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) é um partido político brasileiro, tendo existido durante dois períodos: no periodo democrático de 1945 à 1965 e sendo recriado após a Abertura do Regime Militar. Seu código eleitoral é o 14.

*O PTB Histórico:

O PTB foi fundado no Rio de Janeiro (então Distrito Federal), em 15 de maio de 1945 sob a inspiração de Getúlio Vargas, seu maior líder e no bojo do Queremismo, movimento popular cuja consigna era Queremos Getúlio e que propunha uma Assembléia Constituinte com Getúlio na Presidência da República. Além de Getúlio, a fundação do PTB foi articulada pelo seu Ministro do Trabalho, Alexandre Marcondes Filho.

Sua base eleitoral era o operariado urbano, com forte ligação com os sindicatos. Ideologicamente, as raízes do PTB são o castilhismo gaúcho, o positivismo, traços de social-democracia e o pensamento de Alberto Pasqualini, o maior ideólogo do PTB. Entre 1945 e 1964 foi o PTB o partido que mais cresceu, tanto em número de votos, quanto em número de filiados: em 1946 o PTB tinha 22 deputados federais; em 1964 já tinha 104. Isto refletiu a crescente urbanização e industrialização que o Brasil experimentou naqueles anos. O PTB era, entre os grandes partidos de então, o mais à esquerda, e era constantemente acusado pelos opositores de ter políticas comunistas.

O programa partidário do PTB pregava diversas reformas, como a urbana, a agrária e a educativa, e tinha enfase no crescimento econômico, desenvolvimento industrial, nacionalização de recursos e na educação. Estava incluído no contexto populista que dominou a prática política a partir do Estado Novo em diante.

O PTB era extremamente forte eleitoralmente quando coligado ao PSD, também criado por simpatizantes de Getúlio, mas sustentado principalmente pelas classes médias e o empresariado, tendo uma política conservadora em comparação ao PTB. Esta coligação tinha como principal adversário a UDN, partido de direita conservador. O PTB apoiou o PSD nas eleições de 1945, quando foi eleito Eurico Gaspar Dutra. Em 1950, o PTB teve candidato próprio: Getúlio Vargas, enquanto o PSD lançou Cristiano Machado. Vargas voltou ao poder nos braços do povo e só deixaria o Palácio do Catete morto, após forte oposição da UDN e de Carlos Lacerda em especial, para demovê-lo do poder.

Nas eleições de 1955, a coligação volta à presidencia com o pessedista Juscelino Kubitschek e o trabalhista João Goulart. Jango, eleito vice-presidente, fez mais votos que JK. Jango seria reeleito vice-presidente em 1960, sendo Jânio Quadros eleito presidente. Jânio, do PDC e apoiado pela UDN infringiu a única derrota do PSD/PTB em eleições presidenciais no primeiro periodo democrático brasileiro. O candidato do PSD era o Marechal Henrique Teixeira Lott.

Em 25 de agosto de 1961 Jânio Quadros renuncia ao cargo, e as forças militares brasileiras tentam impedir a posse de Jango, tendo início a Campanha da Legalidade, comandada por Leonel Brizola, governador do Rio Grande do Sul pelo PTB. Jango acaba empossado num sistema parlamentarista, que é repudiado pela população dois anos depois. Jango seria deposto pelo Golpe militar de 1964. Durante a Ditadura, implantada para combater supostos movimentos comunistas, se perseguiu e cassou principalmente políticos trabalhistas, como foi o caso de Jango, Brizola e Sereno Chaise, entre outros, além de lideranças comunitárias, sindicais e estudantis ligadas ao partido.

O Regime Militar, em 1965, através do AI-2, extingue todos os partidos políticos até então existentes, incluindo o PTB, cujo último presidente fora Getúlio Vargas, e implanta um artificial bipartidarismo na cena política brasileira. A quase totalidade dos petebistas que não haviam sido cassados ou haviam se exilado migrou então para o recém criado MDB. O bipartidarismo durou até 1979. Neste ano, o presidente João Figueiredo, dentro do processo de Abertura política, restaurou o pluripartidarismo.

*O atual PTB:

Após a anistia, diversos trabalhistas históricos voltaram do exílio, de onde vinham organizando a reestruturação do partido, principalmente sobre a liderança de Leonel Brizola. Houve então uma acirrada disputa pelo nome, pela sigla e pela legenda do PTB, entre o grupo de Brizola e o grupo liderado pela ex-deputada Ivete Vargas, sobrinha de Getúlio Vargas, e antiga presidente do PTB paulista. Tendo o Tribunal Superior Eleitoral dado ganho de causa ao grupo de Ivete, o grupo de Brizola funda então o Partido Democrático Trabalhista, PDT. O registro provisório do PTB junto ao TSE ocorreu em 1980. Na época, acusou-se Golbery de Couto e Silva de tramar a cessão da sigla para Ivete, a fim de enfraquecer o grupo de Brizola. Em 1980 o PTB tinha apenas um deputado federal, Jorge Cury, do RJ, e nas eleições de 1982, o PTB elegeu 13 deputados federais: 5 no RJ e 8 em SP, levados por mais de 270 mil votos de Ivette. Ivete faleceu em 3 de janeiro de 1984. Foi sucedida pelo então deputado federal Ricardo Machado, de Ribeirão Preto. Na Constituinte o partido foi liderado pelo deputado federal Gastone Righi, janista de SP. De 1986 a 1991 foi presidido pelo ex-deputado Luiz Gonzaga de Paiva Muniz, do RJ, e após, pelo Senador paranaense José Carlos Martinez, finalmente sucedido por Roberto Jefferson, apos seu falecimento.

Atualmente, seu número eleitoral é 14 e seu registro permanente data de 3 de novembro de 1981.

Apesar do atual PTB declarar-se em seu programa como nacionalista, defensor da autonomia sindical e dos direitos trabalhistas consagrados na CLT, sua praxe política tem sido de colaboração com o governo em exercício e de defesa de políticas neoliberais. Apoiou o governo Figueiredo no Congresso a partir de 1983, obtendo, em troca, cargos de direção em órgãos públicos. Viria a apoiar também todos os governos seguintes: os de José Sarney, Fernando Collor de Melo, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. É, portanto, um partido de tendências situacionistas.

O PTB atual abrigou em suas fileiras políticos que se opunham eleitoralmente ao PTB clássico, como Jânio Quadros (embora tenha sido eleito deputado federal pelo PTB do Paraná em 1958), que se elegeu prefeito de São Paulo pelo partido em 1985, e foi também o candidato a Governador da legenda em 1982. Mais recentemente, aceitou a filiação de o também ex-presidente Fernando Collor, que em 2006 se elegeu senador por Alagoas pelo nanico PRTB.

Em 1989, o atual PTB postulou o nome do paranaense Affonso Camargo à Presidência da República, que obteve votação inexpressiva (0,5%). Sua votação para a Câmara federal em 2002 e 2006 tem oscilado entre 4 a 5% dos votos. Em 2002 incorporou o PSD (Partido Social Democrático), e em 2007 incorporou o PAN (Partido dos Aposentados da Nação).

Seu presidente nacional é, novamente, Roberto Jefferson, deputado federal eleito pelo Rio de Janeiro (desde 1983), e que foi cassado em 2005 pela Câmara dos Deputados após denunciar o Mensalão, escândalo que envolveu diversos políticos filiados ao PTB.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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Partido dos Trabalhadores (PT)

O Partido dos Trabalhadores (PT) é um partido político brasileiro, o mais expressivo dentre os de esquerda. Fundado em 1980; detém atualmente a Presidência da República, na figura de Luís Inácio Lula da Silva. Seu símbolo é uma estrela vermelha de cinco pontas com a sigla PT inscrita ao centro. Seu código eleitoral é o 13.

*A fundação:

O Partido dos Trabalhadores foi oficialmente fundado por um grupo heterogêneo, composto por dirigentes sindicais, intelectuais de esquerda e católicos ligados à Teologia da Libertação[2] , no dia 10 de fevereiro de 1980 no Colégio Sion em São Paulo. O partido é fruto da aproximação dos movimentos sindicais, a exemplo da Conferência das Classes Trabalhadoras (CONCLAT) que veio a ser o embrião da Central Única dos Trabalhadores (CUT)[3], grupo ao qual pertenceu o atual presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva), com antigos setores da esquerda brasileira.

O PT foi fundado com um viés socialista democrático. Com o golpe de 1964, a espinha dorsal do sindicalismo brasileiro, que era o CGT (Comando Geral dos Trabalhadores), que reunia lideranças sindicais tuteladas pelo Ministério do Trabalho- um ministério geralmente ocupado por lideranças do Partido Trabalhista Brasileiro varguista - foi dissolvida, enquanto os sindicatos oficiais sofriam intervenção governamental. A ressurgência de um movimento trabalhista organizado, expressa nas greves do ABCD paulista da década de 1970, colocava a possibilidade de uma reorganização do movimento trabalhista de forma livre da tutela do Estado, projeto este expresso na criação da CONCLAT, que viria a ser o embrião da CUT, fundada três anos após o surgimento do PT. Originalmente, este novo movimento trabalhista buscava fazer política exclusivamente na esfera sindical. No entanto, a sobrevivência de um sindicalismo tutelado - expressa na reconstrução, na mesma época, do antigo CGT, agora com o nome de Confederação Geral dos Trabalhadores, congregando lideranças sindicais mais conservadoras, como as de Joaquinzão e de Luís Antônio de Medeiros - mais a influência ainda exercida sobre o movimento sindical por lideranças de partidos de Esquerda tradicionais, como o Partido Comunista Brasileiro, forçaram o movimento sindical do ABCD, estimulado por lideranças anti-stalinistas da Esquerda, como a de diversos grupamentos trotskistas, a adquirir identidade própria pela constituição em partido político - uma estratégia similar à realizada pelo movimento sindical Solidarność na Polônia comunista de então.

O PT surgiu, assim, rejeitando tanto as tradicionais lideranças do sindicalismo oficial, como também procurando colocar em prática uma nova forma de socialismo democrático , tentando recusar modelos já então em decadência, como o soviético ou o chinês. Significou a confluência do sindicalismo basista da época com a intelectualidade de Esquerda antistalinista.

Foi oficialmente reconhecido como partido político pelo Tribunal Superior de Justiça Eleitoral no dia 11 de fevereiro de 1982.

*Ideologia partidária oficial:

O PT surgiu da organização sindical espontânea de operários paulistas no final da década de 1970, dentro do vácuo político criado pela repressão do regime militar aos partidos comunistas tradicionais e aos grupos armados de Esquerda então existentes. Desde a sua fundação, apresenta-se como um partido de Esquerda que defende o socialismo como forma de organização social. Contudo, diz ter objeções ao socialismo real implementado em alguns países, não reconhecendo tais sistemas como o verdadeiro socialismo[4]. A ideologia espontânea das bases sindicais do partido - e a ação pessoal de lideranças sindicais como as de Lula, Jair Meneguelli e outros, sempre se caracterizou por uma certa rejeição das ideologias em favor da ação sindical como fim em si mesma, e é bem conhecido o episódio em que Lula, questionado por seu adversário Fernando Collor quanto à filiação ideológica do PT, em debate televisionado ao vivo em 1989, respondeu textualmente que o PT "jamais declarou ser um partido marxista".

Mesmo assim, o partido manteve durante toda a década de 1980 relações amistosas com os partidos comunistas que então governavam países do "socialismo real" como a União Soviética, República Democrática Alemã, a República Popular da China, e Cuba. Estas relações, no entanto, jamais se traduziram em qualquer espécie de organização interpartidária ou de unidade de ação e não sobreviveram à derrocada do mesmo socialismo real a partir de 1989, não obstante a manutenção de certa afinidade sentimental de algumas lideranças do PT com o governo de Fidel Castro - como no caso emblemático do ex-deputado José Dirceu, que na década de 1960 foi exilado em Cuba e lá recebeu treinamento para a luta de guerrilha (da qual jamais participou concretamente). A liderança do PT mantém também boas relações com o governo de Hugo Chávez na Venezuela.

O PT nasceu com uma postura crítica ao reformismo dos partidos políticos social-democratas. Nas palavras do seu programa original : "As correntes social-democratas não apresentam, hoje, nenhuma perspectiva real de superação histórica do capitalismo imperialista". O PT organizou-se, no papel, a partir das formulações de intelectuais marxistas, mas também continha em seu bojo, desde o nascimento, ideologias espontâneas dos sindicalistas que constituíram o seu "núcleo duro" organizacional, ideologias estas que apontavam para uma aceitação da ordem burguesa, e cuja importância tornou-se cada vez maior na medida em que o partido adquiria bases materiais como máquina burocrático-eleitoral.

O partido se articula com diversos outros partidos e grupos de esquerda latino-americanos, como a Frente Ampla uruguaia, partidos comunistas de Cuba, Brasil e outros países, e movimentos sociais brasileiros, como o MST no chamado Foro de São Paulo, reunião de movimentos e partidos políticos de esquerda latino-americanos. Lula, afirmou no último desses encontros: "Precisei chegar à presidência da República para descobrir o quão importante foi criar o Foro de São Paulo".

Alguns afirmam que tais relações não se traduzem em qualquer espécie de unidade organizacional, ficando no nível da solidariedade política mútua em torno de certos objetivos comuns, como a luta pela unidade latino-americana e a oposição à penetração política estadunidense na América Latina. Esses últimos dizem que o que caracteriza o PT é uma certa adesão retórica ao socialismo, adesão esta que não se traduz em pressupostos ideológicos claros e consensualmente admitidos pela generalidade do partido. O ex-presidente do PT, José Genoíno, costumava afirmar que o socialismo e o marxismo tornaram-se, para o partido, mais "um sistema de valores" do que um conjunto de medidas para a transformação da sociedade.

Outros, discordando, caracterizam o Foro de São Paulo como um traçado de políticas conjunto e de fato, que foi o que permitiu a ascensão de Lula, de Hugo Chávez, de Evo Morales e da Frente Ampla, argumentando que essas políticas conjuntas estão traçadas nas atas desses foros, e são prontamente executadas pelos participantes presentes em governo. As ideologias políticas dos partidos e movimentos participantes do Foro de S. Paulo diferem elas mesmas consideravelmente, contudo, oscilando do marxismo-leninismo do PC cubano ao "bolivarianismo" populista radical tipicamente latino-americano praticado por Hugo Chávez e Evo Morales.

Poder-se-ia dizer, ainda, que, no PT, o trabalho ideológico-teórico sempre foi levado à reboque das origens concretas do partido. A favor dessa afirmação está o fato de que seu núcleo duro é composto por sindicalistas com uma preocupação, acima de tudo, com os interesses corporativos dos trabalhadores assalariados organizados, o que explicaria a facilidade com que o partido, uma vez no poder, adaptou-se à lógica da economia capitalista como um todo e à uma política econômica bastante ortodoxa. E não se trata, aqui, apenas da Presidência da República: já na década de 1990, prefeitos petistas como o futuro Ministro da Fazenda Antônio Palocci adotavam políticas de governo de tipo neoliberal (privatizações, cortes drásticos de gastos públicos) que em pouco distinguiam-se das propostas por seus análogos do PSDB ou do Democratas (antigo PFL). Em julho de 2006, o próprio presidente Lula se declarou distante da esquerda, admitindo que em um eventual segundo mandato prosseguiria com políticas conservadoras .

Ainda assim, é possível contra-argumentar que uma regência capitalista da economia também foi praticada por Lênin, na chamada Nova Política Econômica, logo depois da revolução soviética. José Genoíno, em entrevista à Folha de São Paulo em Fevereiro de 2005, afirmou categoricamente que o governo Lula seguia a Nova Política Econômica leninista.

Deve-se lembrar, ainda, que a burocracia do PT, por conta das suas ligações com cúpulas sindicais como as da CUT, teve a oportunidade concreta de desenvolver estratégias de acumulação de capital através da administração de fundos de pensão privados (cujo desenvolvimento o governo Lula tentaria estimular na recente reforma da previdência), estratégias estas que acabariam por desenvolver uma certa identidade de interesses entre a burocracia do partido e setores da burguesia brasileira).

Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU)

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) é a seção no Brasil da organização denominada de LIT-QI (Liga Internacional dos Trabalhadores - Quarta Internacional) ou simplesmente LIT. É considerado pela mídia brasileira como um partido de extrema-esquerda e que se identifica com o trotskismo. Suas cores são o vermelho e o amarelo e o seu código eleitoral é 16.

*Formação:

O partido foi fundado em um congresso realizado em 1994 por integrante da LIT. O motivo da criação do partido foi devido a existência de profundas discordâncias ideológicas por parte de um grupo de partidários do Partido dos Trabalhadores. Este grupo era representado pela corrente denominada Convergência Socialista.

A fundação do partido uniu diversas correntes socialistas e comunistas, organizações e grupos ativistas revolucionários nacionais e locais, como, além da já citada Convergência Socialista e do PLP (Partido da Libertação Proletária).

Seus integrantes afirmam que o seu regime de funcionamento de seu partido político é o centralismo democrático, a modelo do Partido Bolchevique Russo de Lênin e Trotsky, líderes da Revolução Socialista de 1917. Estes e o revolucionário argentino Nahuel Moreno, são considerados os principais referenciais teóricos do partido. Posicionam-se contra a doutrina stalinista, e contra a chamada casta burocrática, que dirigiu a URSS a partir de Stálin, com Mao Tsé-Tung na China, por exemplo.

*PRT:

Quando obteve o registro provisório junto ao Tribunal Superior Eleitoral, em 17 de dezembro de 1992, denominava-se Partido Revolucionário dos Trabalhadores (PRT). Em 30 de setembro de 1993, mudou a denominação para a atual (PSTU). Obteve o registro definitivo em 19 de dezembro de 1995. em 1998 e 2002 lança o seu dirigente Zé Maria como candidato à presidência, obtendo cerca de 0,2% dos votos.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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Partido Socialismo e Liberdade (P-SOL)

Partido Socialismo e Liberdade (P-SOL) é um partido político brasileiro cujo número eleitoral é 50.

O P-SOL foi constituído como uma dissidência à esquerda do Partido dos Trabalhadores, que acolheu diversas tendências e parlamentares que haviam discordado de políticas do PT que tinham por conservadoras (muito especialmente a partir da Reforma da Previdência dos servidores públicos realizada no primeiro mandato de Lula) e. Abriga diversas correntes de esquerda, algumas delas trotskistas e intelectuais eurocomunistas.

O Partido constitui-se como uma partido de tendências portanto, possui deviersas correntes internas como por exemplo a Ação Popular Socialista(considerada por alguns politicos e criticos internacionais como de extrema esquerda, liderada por Ivan Valente), o Enlace Socialista, a Corrente Socialista dos Trabalhadores (liderada pelo ex-deputado Babá), o Movimento Esquerda Socialista (liderado pela deputada federal Luciana Genro) o coletivo Revolutas, o PP - Poder Popular, o CSOL - Coletivo Socialismo e Liberdade, o Grupo Práxis, a FEC - Frente Estopim Comunista (de extrema esquerda), a SR - Socialismo Revolucionário e o bloco de centro-esquerda.

*História:

Foi fundado em 2004, após a expulsão de Heloísa Helena, João Batista, João Fontes e Luciana Genro do Partido dos Trabalhadores. Recebeu apoio de intelectuais socialistas famosos, como do jornalista e ex-deputado Milton Temer, dos sociólogos Francisco de Oliveira e Ricardo Antunes, do economista João Machado, dos filósofos Leandro Konder e Paulo Arantes e do cientista político Carlos Nelson Coutinho.

Buscando obter o registro permanente na Justiça Eleitoral, sob nova legislação que dificulta a criação de novos partidos, o partido obteve quase 700 mil assinaturas, mas os cartórios eleitorais só concederam certidões a 450 mil assinaturas. Uma nova tentativa de apresentar assinaturas válidas foi realizada pelos organizadores do partido em 1 de setembro de 2005. Em 15 de setembro o registro definitivo foi obtido, e o número eleitoral adotado foi 50.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)

O Partido da Social Democracia Brasileira é um partido político brasileiro. Foi fundado em 25 de junho de 1988 por importantes figuras do cenário político brasileiro, como o ex-presidente (à época senador) Fernando Henrique Cardoso. Seu símbolo é um tucano nas cores azul e amarelo, e por esta razão, seus membros são chamados de "tucanos". Seu código eleitoral é o 45.

*Fundação:

Em 24 de junho de 1988 um grupo de dissidentes do PMDB capitaneados por políticos de São Paulo levaram a termo sua insatisfação com o governo Sarney que haveria "de se constituir no primeiro da Nova República para se fazer o último da Velha República".Tal disparidade se acentuou durante a Assembléia Nacional Constituinte onde os membros do partido votaram pelos quatro anos de mandato para o Presidente da República apesar de a tese dos cinco anos ter prevalecido capitaneada pela maioria da bancada do PMDB e de políticos conservadores agrupados no "Centrão", grupo suprapartidário formado em fins de 1987. Dentre os corifeus do novo partido estavam Franco Montoro, José Serra, Mário Covas e Fernando Henrique Cardoso escudados por Sérgio Motta, Magalhães Teixeira e Geraldo Alckmin. Fora de São Paulo o novo partido arregimentou Pimenta da Veiga, Eduardo Azeredo, José Richa, Afonso Arinos, Chagas Rodrigues, Almir Gabriel, Teotônio Vilela Filho e Maria de Lourdes Abadia. Posteriormente Aécio Neves, Arthur Virgílio, Tasso Jereissati e Ciro Gomes migrariam para o partido.

Segundo levantamento feito pela Editora Três via enciclopédia Brasil 500 Anos a bancada inaugural do PSDB no Congresso Nacional possuia nove senadores e trinta e nove deputados federais representando dezesseis estados e o Distrito Federal. Destes onze eram paulistas, porém a maior representação per capta era a de Alagoas com quatro nomes numa bancada de onze membros contra os sessenta e três vindos de São Paulo. Para corroborar tais assertivas basta dizer que dois dos três senadores paulistas e três dos oito deputados federais alagoanos se filiaram ao PSDB, inclusive Renan Calheiros.

Com este núcleo partidário, o PSDB foi formado pela confluência de diferentes pensamentos políticos contemporâneos: dos trabalhistas, adotou a primazia do trabalho sobre o capital; a ética, a solidariedade e a participação comunitária foram assimiladas dos pensadores católicos personalistas, e das ações políticas dos líderes europeus do pós-guerra. Trouxe do socialismo sua vertente democrática e do comunismo a luta dos trabalhadores por direitos iguais, inclusive no voto, e inclui ainda o combate ao totalitarismo de esquerda e direita, preponderantes no século XX.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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Partido Social Liberal (PSL)

O Partido Social Liberal (PSL) é um partido político brasileiro. Tem como presidente nacional Emmanuel Mayrinck de Souza Gayoso, e seu número eleitoral é 17. Obteve registro definitivo em 2 de junho de 1998 e desde então vem disputando as eleições. Sua ideologia é o social-liberalismo, defendendo uma menor participação do Estado na economia, mas com o direcionamento total dos recursos arrecadados pelo Estado para a saúde, a educação e a segurança. Uma de suas bandeiras é a criação do Imposto Único Federal, eliminando os demais tributos da União. Nas eleições de 2006 foi lançado pelo partido o candidato Luciano Bivar, ex-deputado federal e ex-presidente nacional da legenda. Obteve votação pouco expressiva.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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Partido Social Democrata Cristão (PSDC)

Partido Social Democrata Cristão (PSDC) é um partido político de inspiração democrata-cristã do Brasil.

Foi fundado por um grupo de ex-membros do Partido Democrata Cristão (PDC), legenda que, em 1993, fundiu-se ao Partido Democrático Social (PDS) para criar o Partido Progressista Reformador (PPR). Liderados pelo ex-deputado federal José Maria Eymael – quadro histórico do PDC –, os dissidentes criaram o novo partido democrata cristão em 1995. Agora com o adjetivo "Social" incorporado ao nome, a legenda obteve registro definitivo no TSE em 5 de agosto de 1997.

O PSDC é ainda hoje liderado por Eymael, seu presidente nacional e candidato do partido à Presidência da República nas eleições de 1998 e 2006.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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Partido Social Cristão (PSC)

Partido Social Cristão (PSC) é um partido político brasileiro de Direita. Seu número eleitoral é o 20 e obteve registro definitivo em 29 de março de 1990. Possui entre suas lideranças José Maria Marin, governador de São Paulo em 1982. Em 1990, elegeu o governador de Alagoas Geraldo Bulhões. O atual presidente nacional é Vítor Nósseis, enquanto em São Paulo seu presidente é o deputado estadual Adilson Barroso, que foi cortador de cana antes de se tornar vereador e vice prefeito de uma pequena cidade do interior. Em Mato Grosso, o Diretório Estadual é presidido por José Magalhães. Destaca-se no interior do estado, o crescimento dos diretórios municipais na região de Tangará da Serra. O presidente da sigla no município é o médico neurologista Renato Gama. Em Minas Gerais o PSC é presidido pelo Deputado Federal Mário de Oliveira Genaro e na cidade de Contagem-MG, o partido tem como Presidente O Vereador Pastor Ronaldo Soares.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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Partido Socialista Brasileiro (PSB)

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) é um partido político de esquerda, que segue a ideologia socialista democrática. Foi criado em 1947 a partir da Esquerda Democrática, até ser extinto por força do Ato Institucional nº 2, de 1965. Em 1985, com a redemocratização no Brasil, foi recriado. Entre 1947 e 1964, editou o jornal Folha Socialista.

O PSB utiliza como símbolo uma pomba carregando uma folha, e suas cores são o vermelho e o amarelo. Obteve registro definitivo junto ao TSE em 1º de julho de 1988, com o código eleitoral 40. Externamente, é membro do Foro de São Paulo.

*Antecedentes:

Antes de 1947, houve diversas agremiações com o nome de "Partido Socialista Brasileiro" (ou "do Brasil") na história do movimento operário e socialista. Na primeira década de século XX, foram criados alguns partidos socialistas de caráter regional e em 1932, registrou-se a fundação de um efêmero Partido Socialista no Rio de Janeiro, de formação tenentista e plataforma pró-Getúlio.

*História:

Em abril de 1947, por ocasião da 2a Convenção Nacional da Esquerda Democrática, no Rio de Janeiro, seus integrantes decidiram constituir-se como Partido Socialista Brasileiro, sob a liderança de João Mangabeira, Hermes Lima e Domingo Velasco.

O PSB foi registrado em 6 de agosto de 1947, contando em sua bancada com os dois deputados federais eleitos pela ED.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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Partido Republicano Progressista (PRP)

O Partido Republicano Progressista (PRP) é um partido político brasileiro. Seu número eleitoral é o 44, disputa todas as eleições brasileiras desde 1990 e obteve registro definitivo em 22 de novembro de 1991.

Foi dirigido por Ademar de Barros Filho, fazendo referência ao velho PRP e PSP ademaristas. Quando da criação do PPR (Partido Progressista Reformador), em 1994, juntando o PDS malufista ao PDC(Partido Democrata Cristão, o então deputado federal Ademar de Barros Filho tentou fundir o PRP, mas foi rechaçada a proposta pela Convenção Nacional; Ademar se retirou da legenda, e foi substituído pelo seu vice, Dirceu Resende, até seu falecimento, em 2005. A partir daí a legenda vem sendo dirigida por seu filho Ovasco Roma Altinari Resende

Outro Partido Republicano Progressista - PRP (que, aliás, inspirou o novo), dirigido por Ademar de Barros, foi o criado em 1945, e disputou as eleições para a Assembléia Nacional Constituinte eleita no mesmo ano. Em 1946, fundiu-se ao PPS - Partido Popular Sindicalista de Miguel Reale e ao PAN - Partido Agrário Nacional, de Rolim Telles para formar o Partido Social Progressista - PSP que durou até a extinção dos partidos pelo AI-2, em 1965.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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Partido Republicano Brasileiro (PRB)

Partido Republicano Brasileiro (PRB) é um partido político brasileiro. Em elaboração desde 2003, o registro definitivo foi emitido em 25 de agosto de 2005, presidido por Vitor Paulo dos Santos. Seu número eleitoral é 10. Até o início de 2006, o partido chamava-se Partido Municipalista Renovador (PMR). O partido foi oficialmente criado de uma dissidência do PL, em meio à crise do Mensalão, quando membros do então PL quiseram reafirmar o compromisso com o Governo Lula, criando um partido de centro-esquerda, mais próximo da ideologia do governo.

*O PRB:

A proclamação da República foi a solução encontrada para pôr fim à crise política gerada pela fragilidade das instituições da época, que vinha sendo enfrentada durante o II Império. Nessa oportunidade, surgiram diversos partidos políticos republicanos, quase todos de âmbito estadual. As principais legendas eram os Partidos Republicanos Paulista (PRP) e Mineiro (PRM), que se alternaram no poder ao longo de toda a República Velha. No entanto, todas as agremiações foram extintas por Getulio Vargas, líder das forças que promoveram a Revolução de 1930.

Em 16 de Dezembro de 2003, com o apoio de mais de 457.702 eleitores, foi aprovado, por unanimidade e em Convenção Nacional, a criação do Partido Municipalista Renovador – PMR, cuja ata foi registrada no Cartório Marcelo Ribas, em 02 de Janeiro de 2004, e obteve seu registro sob o número 00055915.

Em 05 de maio de 2005, tendo reunido todos os documentos necessários, o PMR, por seu representante nacional, Vitor Paulo Araújo dos Santos, requereu ao Tribunal Superior Eleitoral – TSE, mediante petição protocolizada sob o n°. 3956/2005, o pedido de registro do partido, o qual originou o Processo de Registro n° 301.

Nos termos da Resolução n°. 22.072/75, no dia 25 de agosto de 2005, atendidos os requisitos da Lei 9.096/95, resolvem os ministros do Tribunal Superior Eleitoral – TSE, por unanimidade, deferir o registro definitivo do Partido Municipalista Renovador – PMR.

O partido evoluiu para um novo paradigma político, com ênfase nos princípios republicanos. Em Convenção Nacional, realizada no dia 25 de outubro de 2005, alterou sua denominação e respectiva sigla para Partido Republicano Brasileiro – PRB, obtendo aprovação por unanimidade. Com petição protocolizada no TSE sob o nº 13318/2005, requereu a mudança de denominação e sigla, a qual foi deferida em sessão de 11 de março de 2006, nos termos da Resolução/TSE nº 22.167.

O Partido Republicano Brasileiro – PRB – foi criado para defender um conceito integral de cidadania, que envolve direitos políticos, civis e sociais. É defensor intransigente dos direitos humanos, da criança, do adolescente, do idoso, da mulher e das gerações futuras. Está plenamente comprometido com a preservação do meio ambiente e acredita que um país se constrói com escolas, estradas, hospitais e moradias. Prega a liberdade de expressão, a valorização da família e luta para transformar a Administração Pública em um instrumento voltado para atender exclusivamente aos interesses do povo brasileiro.

O membro mais destacado do PRB é o vice-presidente da República José Alencar que por inúmeras vezes ocupou a presidência durante as viagens oficiais ao exterior do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Alencar também é o presidente de Honra do partido.

No Senado, o Partido conta com o senador Marcelo Crivella (RJ). Na Câmara dos Deputados, integram a bancada os deputados federais Léo Vivas (RJ)- líder do partido na Casa, Cleber Verde (MA), Marcos Antônio (PE) e Walter Brito Neto (PB).

O PRB também ocupa cadeira na Esplanada dos Ministérios, na pessoa do vice-presidente do PRB, professor Roberto Mangabeira Unger, o atual ministro extraordinário de Assuntos a Longo Prazo.

A palavra REPÚBLICA significa coisa (res) pública (algo que faz parte do patrimônio comum). Este é o valor central do Republicanismo: colocar o interesse comum acima dos interesses privados, visando beneficiar a comunidade e criar uma consciência coletiva de responsabilização social. Dessa forma, o principal desafio do poder político deve ser universalizar as condições de cidadania a toda sociedade, respeitando as liberdades individuais e apostando da formação humanista para a construção da civilização brasileira.

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Partido da Reedificação da Ordem Nacional (PRONA)

O Partido de Reedificação da Ordem Nacional (PRONA) foi um partido político brasileiro. O seu código eleitoral era 56, e suas cores eram o verde e o amarelo. Ele foi presidido pelo deputado federal Enéas Ferreira Carneiro.

O partido era oficialmente favorável ao patriotismo, considerado ufanista por seus críticos, proclamando-se independente das correntes políticas tradicionais. Seus seguidores, no entanto, consideram-no simplesmente patriótico, não estadista ao extremo, como no modelo integralista. O partido é bastante conhecido por suas posições em assuntos polêmicos, como por exemplo, a defesa da pesquisa nuclear com objetivos bélicos (que levaria ao desenvolvimento da bomba atômica no Brasil e ao rompimento com uma série de acordos pacíficos internacionais).

Deputado federal recordista de votos, tendo obtido mais de 1,5 milhão de votos em 2002, pelo estado de São Paulo, o médico cardiologista Enéas Carneiro tornou-se famoso pela sua forma de expressão contundente e "gritada", por sua aparência rudimentar e excêntrica e pelo seu bordão ("Meu nome é Enéas! 56!") no horário político televisivo brasileiro. Enéas foi candidato à presidência do Brasil em 1989, 1994 e 1998, tendo obtido 4.671.457 votos em 1994 e ficando na frente de lideranças políticas influentes e tradicionais, como Leonel Brizola (PDT), Orestes Quércia (PMDB) e Esperidião Amin (PPR). Veja Eleições presidenciais no Brasil.


*Partido da República (PR):

Para contornar as restrições impostas pela cláusula de barreira da legislação eleitoral, que começaria a vigorar a partir da legislatura de 2007 no Congresso Nacional, o PRONA se fundiu, em 26 de outubro de 2006, com o PL, criando o Partido da República. À época o partido havia eleito para início de mandato em 2007 dois deputados federais: Suely Santana da Silva (RJ) e Enéas Carneiro (SP). Cumpriam mandato na data: Amauri Robledo Gasques (SP) e Enéas Carneiro. Os outros três deputados eleitos pelo PRONA haviam deixado o partido para se filiarem ao PP.

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Partido Popular Socialista (PPS)

O Partido Popular Socialista (PPS) é um partido político do Brasil que surgiu da decisão de parte da executiva nacional do PCB de dissolver o partido e fundar um novo. O PPS foi criado frente a uma nova ordem internacional, após a queda dos antigos modelos comunistas (fim da URSS e da Guerra Fria). No entanto, uma pequena ala de remanescentes do PCB mantém o Partido Comunista Brasileiro em funcionamento até hoje e em ferrenha oposição às idéias do PPS, e a maior parte dos quadros históricos do PCB que permaneceram no PPS deixaram o partido nos anos seguintes devido a ampliação do escopo ideológico da nova legenda.

Seu código eleitoral é o 23[1]. Sua fundação ocorreu em 1992 e obteve registro permanente em 19 de março de 1992. Suas principais lideranças são os deputados Rubens Bueno, Arnaldo Jardim, Dimas Ramalho, Wagner Rubinelli, Fernado Coruja (lider do partido na Câmara), a vereadora Soninha Francine, o esportista Lars Grael e a ex-deputada Denise Frossard; o presidente da legenda é o ex-senador Roberto Freire, atulamente suplente do Senador Jarbas Vasconcelos (PMDB). Tem como presidente de honra o comunista histórico da Bahia, Fernando Santanna.

Seus principais aspectos programáticos são a "radicalidade democrática", uma nova definição do socialismo, pautado no humanismo e no internacionalismo.

O partido concorreu às eleições para presidente de 1998 e 2002 com o candidato Ciro Gomes, que posteriormente transferiu-se para o PSB. No segundo turno de 2002, apoiou Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra José Serra (PSDB). Havendo composto a base de sustentação do Governo Lula, o PPS rompeu com o governo. Durante as eleições de 2006, apoiou de forma efetiva a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República, embora nunca tenha formalizado adesão à coligação PSDB-PFL de Alckmin. Nas eleições estaduais, fez coligações com o PFL como no Rio de Janeiro, lançando Denise Frossard para o governo com o apoio do prefeito Cesar Maia do PFL.

Nas eleições parlamentares brasileiras de 2006 o PPS não conseguiu superar a cláusula de barreira, prevista desde 1996 na legislação eleitoral e que havia recentemente entrado em vigor. Em decorrência disto, o partido fundiu-se com o Partido da Mobilização Nacional (PMN) e o Partido Humanista da Solidariedade (PHS) para formar um novo partido, a Mobilização Democrática (MD). Após a cláusula de barreira ser declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal, o PMN decidiu desligar-se da MD, extinguindo, assim, o novo partido e restaurando o PPS e o PHS.

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Partido Progressista (PP)

O Partido Progressista (PP) é uma das principais forças políticas de direita no Brasil, estando ainda hoje entre as siglas de maior expressão nacional deste país. Suas cores são o vermelho, o branco e o azul e seu símbolo é uma flor estilizada. Seu código eleitoral é o 11.

Sua mais conhecida liderança, o ex-governador paulista Paulo Salim Maluf, concorreu indiretamente à Presidência da República em 1985 e foi derrotado por Tancredo Neves, fazendo com que sua chapa e seu grupo político perdessem força. Maluf conquistou a Prefeitura de São Paulo em 1992 , iniciando um longo período de domínio e influência de sua ala no Partido sobre a cidade que durou até o ano 2000, quando Maluf foi derrotado no segundo turno da disputa pela prefeitura por Marta Suplicy do PT. Em 2005, Maluf passou 41 dias preso na Polícia Federal, ao lado de seu filho, por acusação de coação de testemunha. Isso fez com que sua influência no partido, já descendente desde a derrota no primeiro turno da eleição para governador de São Paulo em 2002 e sob fortíssima oposição no interior da legenda, especialmente dentre os estados do sul brasileiro, diminuísse ainda mais. Porém, isso não o impediu de ser o deputado federal mais votado nas eleições de 2006.

*Histórico:

As origens do Partido Progressista estão ligadas ao processo de redemocratização do Brasil e à eleição de Tancredo Neves e José Sarney, presidente e vice-presidente da República, pelo Colégio Eleitoral em janeiro de 1985.

No momento em que se decidia a sucessão do presidente João Figueiredo (1979-1985), o Partido Democrático Social (PDS) (atual PP), então partido de apoio ao governo, conseguiu impedir, na Câmara dos Deputados, o restabelecimento das eleições diretas, mas não evitou a disputa interna pela candidatura presidencial. O PDS dividiu-se em dois grupos e dois candidatos, o então ministro Mário Andreazza e o ex-governador Paulo Maluf. Com a vitória de Maluf na Convenção, o partido se desagregou. Uma de suas facções fundaria o PFL (Partido da Frente Liberal, agora Democratas) e se aliaria ao PMDB para apoiar Tancredo Neves, enquanto a outra seguiria seu caminho até a derrota no Colégio Eleitoral.

De partido de governo, o PDS passa ao declínio na oposição, à espera de melhores dias, preservando seus espaços. A fragmentação do quadro partidário brasileiro, contudo, vai aumentando ao sabor das crises políticas pós-Constituinte de 1988. Com a gradual normalização da vida política, após o impeachment de ex-presidente Fernando Collor de Mello, começa a nascer o atual Partido Progressista.

Em 1993, o PDS funde-se com o Partido Democrata Cristão (criado em 1985) e nasce o Partido Progressista Reformador (PPR). O reagrupamento de forças estaduais de perfil moderado e conservador, porém, teria prosseguimento. Em 1995, o Partido Progressista Reformador promovia nova fusão, agora com o Partido Progressista (PP), legenda criada no início da década de 1990, também por agregação de outras forças partidárias. Nascia, então, o Partido Progressista Brasileiro (PPB), desde logo comprometido com o apoio ao Plano Real, ao governo Fernando Henrique Cardoso e à estabilização econômica do Brasil.

Findo o governo Cardoso e completado mais esse ciclo na vida política do país, a Convenção Nacional do PPB, buscando inspiração nas transformações políticas internacionais, decide, em 4 de abril de 2003, retirar da sigla PPB o "B", ficando apenas "PP" - PARTIDO PROGRESSISTA. Com a eleição do presidente Luis Inácio Lula da Silva em 2002, o PP passou a integrar a base de apoio ao novo presidente no congresso nacional, salientando seu temor em ser diminuído como ocorrera na única vez que fora oposição ao governo Sarney. Foi um dos protagonistas no escândalo do mensalão.

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Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB)

O Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) é um partido político brasileiro. Seu número eleitoral é o 28 e obteve registro definitivo em 18 de fevereiro de 1997. Provém de membros do extinto PTR, partido que funcionou entre 1985 e 1993, que havia se fundido com o PST (Partido Social Trabalhista), originando o PP. Esse grupo, liderado por Levy Fidelix, já havia tentado organizar o PTRB, que somente disputou as eleições de 1994. o PTR reivindica o legado e ideário político de Fernando Ferrari, fundador do MTR e dissidente do PTB e dotrabalhismo de Getúlio Vargas. De acordo com o programa divulgado no site do partido, a principal bandeira ideológica é o "trabalhismo participativo", no qual o capital possa interagir com o trabalho e estabelecer interesses mútuos, em vez de explorar o trabalho.

Seu presidente é o controverso Levy Fidelix, cuja idéia principal é o projeto de "aerotrem", causador de polêmicas em relação à sua viabilidade e custo de implantação. O partido abrigou, em 2000, o ex-presidente Fernando Collor de Mello em sua legenda, onde tentou se candidatar a prefeito de São Paulo nas eleições daquele ano, tendo sua candidatura impugnada às vésperas do dia da eleição, e em 2002, para governador de Alagoas, já em situação regular. Em 2004 apoiou a ex-prefeita Marta Suplicy na sua fracassada tentativa de reeleição na cidade de São Paulo.

Alagoas é o único estado em que o PRTB teve importância eleitoral, única e exclusivamente pela presença de Fernando Collor de Mello na legenda. Depois de ter recuperado seus direitos políticos, o ex-presidente tentou uma candidatura ao governo em 2002, numa coligação que garantia-lhe bastante tempo no horário eleitoral, uma vez que era composta pelo PFL, PTB, PPS e pelo PPB - o que, no entanto, não conseguiu fazê-lo vencer o governador reeleito Ronaldo Lessa.

Em 2006, Collor concorreu ao Senado, novamente pelo PRTB, sem o apoio oficial de nenhum grande partido, tendo entrado na disputa depois do início da propaganda eleitoral, substituindo o candidato anterior, um desconhecido motorista das Organizações Arnon de Mello. Collor venceu a eleição e tomou posse em 1 de fevereiro de 2007, mesmo dia em que deixou o PRTB e ingressou no PTB.

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Partido da Mobilização Nacional (PMN)

O Partido da Mobilização Nacional (PMN) é um partido político brasileiro. Seu código eleitoral é o 33 e obteve registro permanente em 25 de outubro de 1990.

O PMN foi fundado após a abertura democrática no Brasil. Em 1984 pregava a reforma agrária, a moratória conjunta dos países da América Latina e o rompimento com o FMI, lançado pelo Movimento da Mobilização Nacional, depois transformado em Partido. Foi inicialmente presidido por Celso Brant, ex ministro de JK. O PMN lançou, ainda em 1985, o arquiteto Sérgio Bernardes à Prefeitura do Rio de Janeiro para consolidar o partido.

O PMN participou das eleições presidenciais no Brasil em duas oportunidades. Em 1989, com o próprio Celso Brant. Em 1998, o partido lançou a candidatura do brigadeiro Ivan Moacyr da Frota à presidência da República. Já em 2002, integrou a Coligação Brasil Popular, que finalmente elegeu Lula à presidência. Eventualmente, o partido tem tido representação parlamentar no Congresso Nacional. Nas eleições parlamentares brasileiras de 2006 o PMN não conseguiu superar a então recém-instituída cláusula de barreira estabelecida pela legislação eleitoral. Em decorrência disto, o partido fundiu-se com o Partido Popular Socialista (PPS) e o Partido Humanista da Solidariedade (PHS) para formar um novo bloco partidário, cujo nome adotado foi o de Mobilização Democrática (MD), mas depois que o Supremo Tribunal Federal julgou inconstitucional a cláusula, o bloco foi desfeito e os partidos se separaram.

Atualmente, o partido é presidido pelo ex-deputado Oscar Noronha Filho.Está na base de apoio ao presidente Lula.

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Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)

O Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) é um partido político brasileiro fundado em 1980 que possui uma orientação política de centro e é sucessor do Movimento Democrático Brasileiro, legenda de oposição ao Regime Militar de 1964. Seu código eleitoral é o 15.

*História:

Vitorioso o Regime Militar de 1964 as forças políticas foram compelidas a se reorganizar e nisso os partidários do novo governo se reunem sob a legenda da Aliança Renovadora Nacional enquanto que seus opositores fundam o Movimento Democrático Brasileiro. Tais acontecimentos foram preciptados pelos resultados das eleições para governador em onze estados realizadas em 1965 onde, embora o governo tenha vencido a maioria das refregas, a oposição triunfou com Francisco Negrão de Lima na Guanabara e Israel Pinheiro da Silva em Minas Gerais. Cônscios de que seria trabalhoso lidar com o sistema político vigente os militares baixaram o Ato Institucional Número Dois em 27 de outubro de 1965 extinguindo assim pelo menos treze agremiações partidárias e instituindo o bipartidarismo com a UDN e o PSD servindo de arrimo para a legenda governista e o PTB como o lastro da oposição havendo também dissidências ocasionais. Tolhido por uma legislação casuística e punido com as cassações impostas aos seus membros, o manda brasa teve um desempenho ínfimo nas eleições legislativas de 1966 e 1970 e seus membros chegaram a considerar a dissolução da legenda, postura revertida quando Oscar Passos passou o comando a Ulysses Guimarães. Disposto a enfrentar o status quo segundo as regras impostas pelo mesmo a oposição apresenta Ulysses Guimarães e Barbosa Lima Sobrinho como "anticandidatos" à Presidência e vice-presidência da República nas eleições indiretas de 15 de janeiro de 1974 e embora o General Ernesto Geisel tenha vencido por ampla maioria coube ao MDB quase três quartos das vagas em disputa para o Senado e duplicar sua bancada na Câmara dos Deputados em novembro. Com uma oposição robusta o governo apelou para embustes como os senadores biônicos que ajudariam a conservar a escassa maioria governista após as eleições de 1978. Demonstrativo claro de tal circunstância foi o fato de que na eleição do General João Figueiredo para a Presidência da República o oposicionista Euler Bentes Monteiro conseguiu mais de quarenta por cento dos votos no Colégio Eleitoral.

O PMDB surgiu em 15 de janeiro de 1980 após a nova Lei dos Partidos Políticos ter reinstituido o pluripartidarismo. Os militares esperavam assim enfraquecer a oposição ao obrigarem a renomeação dos partidos agora existentes. Esses ditames incutiram no MDB a necessidade de uma continuação programática e nisso Jorge Singh, presidente do diretório municipal do MDB em Guarulhos, sugeriu o acréscimo da letra "P" à sigla "MDB" de modo a preservar o legado oposicionista. Do lado governista a ARENA deu lugar ao PDS. Como amálgama das duas novas agremiações Tancredo Neves funda o PP e as lideranças sindicais paulistas constituem a força motriz do PT e por fim a disputa pelo legado de Getúlio Vargas resulta na recriação do PTB e posterior fundação do PDT, liderados (pela ordem) por Ivete Vargas e Leonel Brizola. Temeroso quanto a um novo avanço da oposição o governo adia as eleições municipais de 1980 e implementa um pacote eleitoral que proibe as coligações e institui a sublegenda e o voto vinculado nas eleições gerais de 1982, medidas que inviabilizaram o Partido Popular e levaram suas lideranças a optarem pela incorporação ao PMDB com os dissidentes seguindo rumo ao PDS.

No pleito de 15 de novembro de 1982 o PMDB elegeu nove governadores: Franco Montoro em São Paulo e Tancredo Neves em Minas Gerais e triunfou nos três estados do Norte onde houve eleições (Gilberto Mestrinho no Amazonas, Jáder Barbalho no Pará e Nabor Júnior no Acre), além de vencer com Gérson Camata no Espírito Santo, José Richa no Paraná, Iris Rezende em Goiás e Wilson Martins em Mato Grosso do Sul. Apurada a totalidade dos votos ficou estabelecida a polarização entre o PDS e o PMDB embora o PDT tenha conquistado o governo do Rio de Janeiro com Leonel Brizola.

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Partido Liberal (PL)

O Partido Liberal (PL) foi um partido político brasileiro, fundado pelo falecido deputado federal Alvaro Valle, com uma orientação politicamente conservadora.

*História:

Foi fundado em 1985, e participou das eleições municipais e da Constituinte no ano seguinte, com registro provisório. Seu número eleitoral é o 22 e obteve registro permanente em 25 de fevereiro de 1988. Nesse ano, lançou como candidatos as prefeituras de São Paulo, e Rio de Janeiro, respectivamente, João Mellão Neto, e Alvaro Valle.

No ano de 1989 o partido lança Guilherme Afif Domingos como candidato à presidência, com uma plataforma neoliberal. Quando começou a crescer nas pesquisas, passou a ser atacado pelos adversários que acusavam o candidato de ligações com o malufismo e com a ditadura militar. Ficou em sexto lugar, no final da eleição.

*Eleições de 2002:

O Partido Liberal se coligou nas eleições brasileiras de 2002 junto ao PT, PCB e PC do B no pleito que elegeu Luís Inácio Lula da Silva (do PT) como presidente da República e José Alencar (do PL) como vice-presidente.

Durante os debates da reforma eleitoral (que até o momento não ocorreu), o PL incorporou, em 2003, o PGT e o PST.

*Escândalo do Mensalão:

Envolvido, em 2005, nas denúncias que ficaram conhecidas como Escândalo do Mensalão, o partido negou ter participado de tal esquema durante certo tempo. No entanto, no dia 1º de agosto, seu presidente, Valdemar Costa Neto, renuncia ao cargo de deputado federal, admitindo em seguida estar envolvido em tal forma de corrupção. Seu líder na Câmara, Deputado Sandro Mabel (GO) também se viu envolvido, mas escapou da cassação, na votação do Plenário.

*Fusão:

Em 21 de dezembro de 2006 é anunciada a fusão do PL com outra sigla, o Partido de Reedificação da Ordem Nacional (PRONA), liderado por Enéas Carneiro, formando uma nova sigla, que passa a manter o número eleitoral do PL (22). Assim foi criado o Partido da República (PR).

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Partido Humanista da Solidariedade (PHS)

O Partido Humanista da Solidariedade (PHS) é um partido político brasileiro. Seu número eleitoral é o 31. foi criado em 1996, com a denominação de "Partido da Solidariedade Nacional" (PSN) e obteve o registro permanente em 20 de março de 1997, tendo como seu primeiro presidente o fluminense Phillipe Guedon.

Entre outras coisas, defende o distributismo e a moral cristã. Em 2003, mudou seu nome para o atual, fundindo-se com o grupo que tentava organizar o Partido Humanista Nacional. Em 2006, o partido havia oficializado sua fusão ao Partido Popular Socialista (PPS) e ao Partido da Mobilização Nacional (PMN) no sentido de formar a Mobilização Democrática, uma nova agremiação criada com o fim de contornar as restrições da cláusula de barreira, mas com a sua derrubada, a agremiação foi desfeita e os partidos separaram-se. Hoje integra a base aliada do Governo Lula desde a eleição para presidente da Câmara.

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Partido da Frente Liberal (PFL)

O Partido da Frente Liberal foi um partido político brasileiro fundado em 1985 em meio as articulações que elegeram Tancredo Neves para a Presidência da República encerrando assim um ciclo de vinte e um anos de governos militares no Brasil. Inicialmente uma dissidência do PDS logo ascendeu no cenário político nacional servindo como aliado de quase todos os governos civis instituídos desde a sua fundação. Em 2007 seus integrantes deliberaram por sua extinção formal e em seu lugar surgiu uma agremiação chamada Democratas.

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Partido Democrático Trabalhista (PDT)

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) é um partido político brasileiro de esquerda. Fundado por políticos e intelectuais, trata-se do único partido político brasileiro com representação na Internacional Socialista, adotando, inclusive, em sua bandeira o símbolo desta instituição (a mão segurando uma rosa). Seu código eleitoral é o 12.

*História:

A fundação do PDT é considerada a Carta de Lisboa, de 17 de junho de 1979.

Com a iminência da assinatura da Lei da Anistia, Leonel Brizola, que após a morte de João Goulart se tornou o líder natural do trabalhismo brasileiro, convoca personalidades progressistas que se encontravam no exílio, assim como outros jovens vindos do Brasil para um encontro na cidade de Lisboa, Portugal para um congresso com vistas a reorganizar o movimento trabalhista, e reorganizar o Partido Trabalhista Brasileiro – PTB.

Segundo o TSE, sua fundação so ocorreu em maio de 1980(seu registro, porém, só foi concedido em 1981) por um grupo de políticos de esquerda liderados por Leonel Brizola, principal figura do partido até a sua morte em 2004.

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Partido Comunista Brasileiro (PCB)

O Partido Comunista Brasileiro (PCB) é um partido político brasileiro de esquerda, ideologicamente baseado em Karl Marx e Friedrich Engels; e de organização baseada nas teorias de Lênin. E seu símbolo, segundo seus estatutos, "é uma foice e um martelo, cruzados, simbolizando a aliança operário-camponesa, sob os quais está escrita a legenda "Partido Comunista Brasileiro". Também conhecido como Partidão, seu número eleitoral é 21. É o partido político (ainda ativo) mais antigo do Brasil, fundado no dia 25 de março de 1922.

*Fundação:

O Partido Comunista Brasileiro foi fundado na cidade de Niterói a 25 de março de 1922 por nove delegados representando cerca de 73 militantes de diferentes regiões do Brasil. Eram eles, Abílio de Nequete (barbeiro de origem libanesa), Astrojildo Pereira (jornalista do Rio de Janeiro), Cristiano Cordeiro (contador do Recife), Hermogênio da Silva Fernandes (eletricista da cidade de Cruzeiro), João da Costa Pimenta(gráfico paulista), Joaquim Barbosa (alfaiate do Rio de Janeiro), José Elias da Silva(sapateiro do Rio de Janeiro), Luís Peres (vassoureiro do Rio de Janeiro) e Manuel Cendón (alfaiate espanhol). O nome de fundação do partido é "Partido Comunista do Brasil".

Esta reunião de fundação foi o I Congresso do partido, durante o qual foi escolhida a primeira Comissão Central Executiva (CCE) composta de dez membros (cinco titulares e cinco suplentes), assim constituída: os efetivos Abílio de Nequete (secretário-geral), Astrojildo Pereira (imprensa e propaganda), Antônio Canellas (secretário internacional), Luís Peres (frações sindicais) e Cruz Júnior (tesoureiros); e os suplentes, Cristiano Cordeiro, Rodolfo Coutinho, Antônio de Carvalho, Joaquim Barbosa e Manuel Cendón.

Segundo também seus estatutos, tem sua origem com a fundação do Partido Comunista do Brasil (PCB), em 25 de março de 1922. Porém, seguindo a tendência mundial entre os Partidos Comunistas em 4 de abril do mesmo ano, é publicado no Diário Oficial da União sua fundação, porém com o nome de Partido Comunista - Seção Brasileira da Internacional Comunista (PC-SBIC). Dessa matriz emergiram uma série de partidos importantes na dinâmica política brasileira: o Partido Popular Socialista (PPS), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), o Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR8) e o próprio PCB atual além de todos os grupos de matriz trotskista e estalinista que surgiram e desapareceram desde então.

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Partido Comunista do Brasil (PCdoB)

O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) é um partido político brasileiro, baseado ideologicamente nos princípios do marxismo-leninismo, com expressão nacional e forte penetração nos meios sindicais e estudantis.

Foi fundado em 1922, reorganizado em 1962 e permaneceu na ilegalidade até 1985. Seu símbolo é uma foice e um martelo cruzados, em amarelo, sobre fundo vermelho. Seu número de registro eleitoral é o 65.

Edita o jornal A Classe Operária e a revista Princípios, e internacionalmente é membro do Foro de São Paulo. Seu braço juvenil é a União da Juventude Socialista (UJS). Atualmente, faz parte da base de sustentação do governo Lula.

*História do PCdoB:

O PCdoB tem origem comum com o partido que atualmente se denomina Partido Comunista Brasileiro (PCB), chamado "Partido Comunista do Brasil" até 1960. O PCdoB reivindica ser o legítimo herdeiro e sucessor do PCB, datando sua fundação em 25 de março de 1922. Até 1962, a história do partido pode ser encontrada no verbete: Partido Comunista Brasileiro (até 1960, chamado Partido Comunista do Brasil).

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Partido da Causa Operária (PCO)

O Partido da Causa Operária (PCO) é um partido político brasileiro de esquerda, formado por ex-militantes da corrente Causa Operária do Partido dos Trabalhadores, expulsos do PT em 1991. Obteve seu registro definitivo em 30 de novembro de 1997. Seu código eleitoral é o 29.

O fundador e presidente nacional do partido é o jornalista Rui Costa Pimenta, candidato à presidência em 2002, e 2006, sendo nesta última eleição seu registro foi impugnado pelo TSE.

O PCO segue os ideais de Trotsky. É considerado o mais radical partido de esquerda brasileiro: considera o PSOL um partido pequeno-burguês e o PSTU como partido de orientação burguesa. Suas avaliações dizem que o PSOL e o PSTU atuam em bloco para frear as manifestações populares, como greves operárias e ocupações universitárias, ou para boicotar tais iniciativas quando falham em fre-las.

Hoje possui como principal base alguns membros do sindicato dos correios. Também desenvolve atividades em diversas universidades públicas brasileiras, como a USP e a Unesp.

É grande crítico do governo Luiz Inácio Lula da Silva, das oposições desse governo e até mesmo do PSTU.

O PCO apresenta candidaturas próprias a governador e senador em todos os estados, com algumas candidaturas impugnadas, como a de Betão para o senado de Minas Gerais, cuja situação foi regularizada.

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Partido dos Aposentados da Nação (PAN)

O Partido dos Aposentados da Nação (PAN) foi um partido político brasileiro, fundado em 19 de Fevereiro de 1998. Era um partido classista, estruturado para defender a classe dos aposentados. Seu código eleitoral era o 26.

A figura mais conhecida do partido era seu presidente, Osmar Lins, que se tornou conhecido nas campanhas políticas com o chavão "Peroba neles!", usado em suas campanhas eleitorais desde 2000, contras os políticos "cara-de-pau". Obteve pouco expressivos 60.322 votos, terminando em 80º lugar.

Em 5 de outubro de 2006, o PAN foi oficialmente incorporado ao PTB, como forma de não incluir nenhuma das duas siglas na cláusula de barreira.

Apesar de ser um partido voltado para a defesa dos aposentados, ele contava com a juventude no Rio de Janeiro fundada e dirigida pelo Professor Aguinaldo sendo a primeira juventude do partido no Brasil. Integrava mais de cem jovens de 15 aos 35 anos. Lutaram na Alerj pela implantação de um sistema Brasileiro de rádio e TV digital no brasil sobre a liderança do Professor Aguinaldo que foi candidato a Deputado Estadual em 2006.

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Partido Verde (PV)

Um pouco da História do Partido Verde
O Partido Verde surgiu como instituição política na Tasmânia

Partido Verde - PV

O Partido Verde surgiu como instituição política na Tasmânia (Austrália). Um grupo de ecologistas denominado United Tasmanian Group se reuniu pela primeira vez em 1972. O objetivo era impedir o transbordamento do Lake Pedder. Mais Tarde o grupo adotou o nome de Green Party. Hoje, o Partido Verde é parte decisiva na política australiana tendo elegido deputados e senadores.

Da Austrália para a Nova Zelândia, depois para Europa e hoje em todo o mundo. O Partido Verde está constituído em mais de 120 países.

Na Europa os Verdes surgiram nos anos 70 e se consolidaram como partidos políticos nos anos 80. Hoje o Partido Verde participa de vários governos e é a quarta maior bancada no Parlamento Europeu.

No Brasil a primeira manifestação político partidária com o nome de Partido Verde ocorreu no Estado do Paraná em 1982. O candidato a Deputado Federal pelo PTB Hamilton Vilela de Magalhães utilizou em sua propaganda, inclusive na televisão, o nome do Partido Verde e uma baleia como símbolo.

Essa, no entanto, foi uma manifestação isolada. O Partido Verde veio a ser criado em 1986 no Rio de Janeiro. Um grupo composto por escritores, jornalistas, ecologistas, artistas e também por ex-exilados políticos começou a dar forma ao PV. Participaram nesse grupo Alfredo Sirkis, Herbert Daniel, Guido Gelli, Lucélia Santos e Fernando Gabeira, entre outros.

Embora legalizado o Partido Verde não participou das eleições de novembro de 1986. Apesar disso, no Rio de Janeiro, em uma aliança informal com o PT, o então líder verde, Fernando Gabeira, disputou as eleições para governador do Estado. Foi uma campanha maciça e entusiástica, porque, pela primeira vez no Brasil, nas tevês e nas ruas, foram vistas manifestações por uma política predominantemente ecológica, entre outras atitudes não conservadoras.

A reação foi dura e a candidatura Verde recebeu oposição forte através da mídia conservadora. A campanha teve seus momentos espetaculares, como por exemplo, o contingente de 100 mil pessoas no memorável abraço ecológico à Lagoa Rodrigo de Freitas. Naquela eleição, Fernando Gabeira obteve 7,8% dos votos e ficou em terceiro lugar. Os verdes elegeram também seu primeiro deputado estadual, Carlos Minc.

Em 1992 durante a ECO-92 os verdes de várias partes do mundo se encontraram pela primeira vez no Rio de Janeiro. A partir de então se iniciou a formação das Federações de Partidos Verdes com o objetivo de cooperação, troca de experiências e consolidação programática.

Hoje os verdes estão organizados em 4 Federações: A Federação Européia dos Partidos Verdes, a Federação dos Partidos Verdes das Américas, a Federação dos Partidos Verdes da África e a Federação dos Partidos Verdes da Ásia e Oceania.

Em 2001, em Canberra, Austrália, aconteceu o Global Greens 2001, encontro mundial dos Partidos Verdes quando foi aprovada a Carta Verde da Terra o primeiro documento unificado dos Partidos Verdes Mundiais.

Hoje, o Partido Verde no Brasil está organizado em todos os Estados da Federação e elegeu, em 2004, 56 prefeitos, 68 vice-prefeitos e 772 vereadores. A bancada federal do Partido Verde compõe-se atualmente de 8 deputados e certamente aumentará em 2006 cumprindo o desafio de obter 5% dos votos válidos no País para Câmara dos Deputados. O PV participa do Governo Federal tendo o Ministro da Cultura Gilberto Gil e o Secretário Executivo Juca Ferreira como seus principais representantes.

Fonte: http://www2.pv.org.br/
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Partido Trabalhista Nacional (PTN)

Partido Trabalhista Nacional (PTN) é um partido político brasileiro, fundado por Romeu Campos Vidal em 1945, e por dissidentes do PTB, como Hugo Borghi. Teve alguma expressão no Estado de São Paulo, Rio de Janeiro e Guanabara. Em 1960 lançou o candidato vitorioso à presidência, Jânio Quadros. Foi extinto pelo Regime Militar, por intermédio do Ato Institucional Número Dois - o AI-2, de 27 de outubro de 1965.

O PTN chegou a ter entre seus filiados o sambista Paulo da Portela

O PTN foi refundado em maio de 1995, ganhando o registro provisório no mesmo ano; no ano seguinte já obteve o registro definitivo da legenda, tendo sido dirigido pelo ex-deputado petebista Dorival Maschi de Abreu; e seu código eleitoral é o 19. após o falecimento de Dorival, seu irmão, o também ex-deputado federal paulista José de Abreu dirige a legenda. Nas eleições presidenciais de 1998 lançou como candidata a presidência a Secretária Geral da legenda, a paulista Thereza Ruiz, que obteve votação superior a 100 mil votos. Em São Paulo, apresentou o candidato a governador Fred Corrêa, nas eleições de 2006.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB)

O Partido Trabalhista do Brasil (PT do B) é um partido político brasileiro, organizado por dissidentes do PTB, em 1989. Seu número eleitoral é o 70 e obteve registro definitivo em 11 de outubro de 1994[1]. Disputa as eleições brasileiras desde 1990. Em 1998, lançou o candidato a Presidente João de Deus Barbosa de Jesus, que obteve 0,2% dos votos (198 mil votos). Em 2006, elegeu um deputado federal, Vinicius Carvalho, pelo Estado do RJ, tendo obtido 0,31% dos votos para a Câmara dos Deputados (cerca de 311 mil votos).

O resultado de 2006 foi o melhor da legenda em relação aos pleitos anteriores para a Câmara Federal: 1990(0,23%); 1998(0,3%); 2002(0,19%), além de ser a primeira vez que conquista representação na Câmara Federal pelo voto (no ano de 1990, contou com a adesão do dep. federal Leonel Julio, ex-PTB, que nao concorreu à reeleição).

Em eleições municipais porém, o partido já vinha colecionando bons resultados e algum crescimento: apenas 4 prefeitos em 1996; 6 prefeitos em 2000 e 23 prefeitos em 2004. Para as Câmaras Municipais o partido já tinha 1,1% do eleitorado em 2004, elegendo 317 vereadores (apenas 79 vereadores em 1992; 0,7% dos votos em 1996, e 113 vereadores; 0,8% em 2000, elegendo-se 176 vereadores).

Em 24 de outubro de 2006 foi anunciada sua fusão com o Partido Liberal, juntamente com o Prona, a fim de não incluir alguma das três siglas na cláusula de barreira. Os três partidos fundidos formariam o Partido da República. O PT do B não entrou no acordo por rejeição da maioria dos membros da Convenção Nacional e não ter acertado o projeto com o PL e o Prona, que terminaram por se fundir.

Em 7 de novembro de 2006, foi eleita sua Nova Direção Nacional, tendo como novo Presidente Luis Henrique Resende, presidente da seção mineira; O Primeiro-Vice-Presidente é Vinicius Cordeiro, presidente da seção fluminense da legenda, que hoje possui 1 deputado federal, 15 estaduais, 23 prefeitos e quase 400 vereadores. Todos os presidentes anteriores da legenda foram paulistas: Caetano Matanó Junior (1989-93; 95-98); Aroldo Luiz Rosa (1993-95); Carlos Alberto Silva (1998-2002); Antonio Rodriguez Fernandes (2002-2006).

O Partido possuía, no final de 2007, pouco mais de 125 mil filiados, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, tendo crescido quase 18% no total de inscritos em relação ao início do ano (pouco mais de 114 mil filiados).

Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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Partido Trabalhista Cristão (PTC)

O Partido Trabalhista Cristão (PTC) é um partido político brasileiro. Seu código eleitoral é o 36 e obteve registro definitivo em 22 de fevereiro de 1990[1].

Foi criado após a redemocratização do Brasil, com o fim do Regime Militar, em 1985, sob o nome de Partido da Juventude (PJ), havendo participado com esta denominação das eleições de 1985, 86 e 88 e posteriormente, no início de 1989 foi renomeado como Partido da Reconstrução Nacional (PRN), sempre presidido pelo advogado Daniel Tourinho, ex-PDT.

A bandeira política do partido, desde sua criação, tem sido o liberalismo e, portanto, a economia de mercado e o livre comércio, sendo visto como um partido de direita ou centro-direita, no espectro político. Apesar de pequeno, lançou e elegeu Fernando Collor de Mello como candidato à presidência da República nas eleições diretas de 1989, acompanhado de outro filiado, no caso o senador de Minas Gerais Itamar Franco, que foi eleito vice-presidente e assumiu a presidência, implantando o Plano Real.

Em 1990, o partido tinha lançado diversos membros de sua Executiva Nacional como candidatos aos Governos Estaduais: Hélio Costa em Minas Gerais, José Carlos Martinez no Paraná, Renan Calheiros em Alagoas e o advogado Aguiar Júnior no Ceará, entre outros, tendo então conquistado mais de 8% dos votos para a Câmara Federal. Nenhum candidato a governador do partido foi eleito.

Depois do impeachment de Collor e posse de Itamar, o partido encolheu e voltou a ser mais uma sigla "nanica", lançando em 1994 o empresário baiano Walter Queiroz, expulso do partido em plena campanha, substituindo-o pelo igualmente desconhecido Carlos Gomes.

Depois de ter eleito menos de 20 prefeitos e um igualmente baixo número de vereadores nas eleições de 1996, repetindo o resultado pífio em 1998, o partido muda novamente de nome para Partido Trabalhista Cristão (PTC) em 2000, colhendo melhores resultados desde então.

*Período como Partido da Juventude:

No rastro dos acontecimentos que levaram ao fim do Regime Militar de 1964 e a eleição de Tancredo Neves para Presidente da República, o governo restabeleceu garantias constitucionais tolhidas por dispositivos conhecidos como “entulho autoritário”. Nesse contexto José Sarney reabilita 164 líderes sindicais cuja atuação sofria restrições ante as “salvaguardas” editadas pelos militares, reabilita João Goulart e convoca a Assembléia Nacional Constituinte. No campo partidário as legendas criadas após a reforma de 1979 ganham a companhia do Partido da Frente Liberal, de dois partidos comunistas e de um sem-número de pequenas agremiações dentre as quais o Partido da Juventude (PJ), embrião do Partido da Reconstrução Nacional.

Tendo o Rio de Janeiro como sua principal base eleitoral, em São Paulo o Partido da Juventude apresentou Arnaldo Faria de Sá candidato a vice-prefeito na chapa de Paulo Maluf em 1988 num pleito vencido por Luiza Erundina. Nesse meio tempo Faria de Sá conheceu Fernando Collor e em meio às articulações visando as eleições presidenciais de 1989 o então governador de Alagoas encarregou o deputado paulista de estruturar o Partido da Juventude com vistas ao pleito e assim em 9 de fevereiro de 1989 é fundado o Partido da Reconstrução Nacional. Presidido pelo advogado Daniel Tourinho, o PRN homologa Fernando Collor e Itamar Franco candidatos a Presidente e a vice-presidente da República e usa provisoriamente o número 20 (do Partido Social Cristão) durante a campanha, encerrada com a vitória no segundo turno em 17 de dezembro de 1989.

*Período como o Partido da Reconstrução Nacional:

No Congresso Nacional o PRN possuia como seus mais destacados líderes o senador Ney Maranhão e o deputado Renan Calheiros, líder do governo na Câmara dos Deputados. Em 1990 o partido levou ao segundo turno cinco dos seus dez candidatos a governador, entretanto o curso da campanha foi adverso aos planos da legenda: em Minas Gerais Hélio Costa foi derrotado por Hélio Garcia, no Paraná José Carlos Martinez foi vencido por Roberto Requião e em Rondônia Valdir Raupp sucumbiu ao avanço de Osvaldo Piana. No Nordeste a derrota atingiu João Castelo e Renan Calheiros. Nos dois casos o PRN iniciou a disputa como favorito, todavia o cenário foi paulatinamente revertido: no Maranhão o apoio de José Sarney permite que Edison Lobão derrote João Castelo e em Alagoas uma dissenssão partidária elegeu Geraldo Bulhões (que trocou o PRN pelo PSC no início do ano) em lugar de Renan Calheiros. Encerrada a campanha Márcia Kubitschek foi eleita vice-governadora do Distrito Federal e o partido elegeu dois senadores e quarenta deputados federais (metade oriunda do Paraná, São Paulo e Minas Gerais).

Embora nenhum de seus membros tenha sido nomeado para o ministério o PRN integrou a base parlamentar de Fernando Collor ao lado do PFL e do PDS e elegeu noventa e oito prefeitos em 1992 ante as três conquistadas pelo Partido da Juventude em 1988, entretanto as acusações que pairavam sobre o Presidente da República e a posterior abertura do processo de impeachment têm um efeito devastador e a legenda faz apenas um deputado federal em 1994. Nas eleições presidenciais daquele ano o baiano Walter Queiroz foi substituido por Carlos Antônio Gomes que obteve apenas 387.611 votos, contagem bisonha ante os 35.085.457 votos dados a Collor no segundo turno de 1989.

No ano 2000 as lideranças do PRN deliberaram pela mudança de sigla e surgiu então o Partido Trabalhista Cristão. Porém, nesse período, Collor já não estava mais no partido, estabelecendo-se no Partido Renovador Trabalhista Brasileiro - PRTB.

*Agora, como o Partido Trabalhista Cristão:

Em 2000 o candidato do partido à prefeitura de São Paulo, Ciro Moura ganha seus "15 minutos de fama" ao não mostrar o rosto em nenhum dos programas eleitorais. Nas eleições de 2002 apóia o ex-Governador fluminense Anthony Garotinho, então no PSB, à Presidência da República.

O PTC costuma abrigar em seus quadros alguns artistas que tentam se candidatar: o cineasta José Mojica Marins, o "Zé do Caixão", tentou candidatar-se a vereador na cidade de São Paulo, sem muito sucesso. Recentemente, o estilista e apresentador de TV Clodovil Hernandes (hoje filiado ao Partido da República) conseguiu uma vaga na Câmara dos Deputados, também por São Paulo, conseguindo uma votação expressiva para o cargo, sendo a terceira maior do País e levando consigo para o Congresso Nacional seu colega de partido, o coronel da Policia Militar Paes de Lira, que mesmo com seus pouco mais de seis mil votos, foi eleito.

*Membros famosos:

Fernando Collor de Mello
Itamar Franco
Márcia Kubitschek
João Castelo
Ney Maranhão
Albano Franco
Júnia Marise
Hélio Costa
Valdir Raupp
Renan Calheiros
Geraldo Bulhões
José Carlos Martinez
Paulo Octávio
Ratinho
Arnaldo Faria de Sá
Rubem Medina
Pinga Fogo de Oliveira
Flávio Rocha

Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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sexta-feira, 25 de abril de 2008

UBEN - União Brasileira dos Estudantes Nacionais

A UBEN tem como objetivo principal apoiar e incentivar as lutas estudantis, em busca da concretização dos direitos básicos expressos em nossa constituição:

• Auxiliar os grêmios já existentes;

• Incentivar os alunos das escolas particulares, municipais e estaduais a criarem grêmios;

• Apoiar os cursos profissionalizantes, técnico, básico ( línguas ) e universidades lutar para que os governos dobrem o investimento em educação;

• Lutar para que o município seja justo com o programa "bolsa-escola";

• Dar apoio e buscar junto aos governantes e políticos um maior acesso as escolas e faculdades para os estudantes de baixa renda;

• Universalizar a educação pública, gratuita e de qualidade;

• Garantir a participação dos estudantes nos processos de decisão e elaboração de políticas educacionais.

• Incentiva e apóia os movimentos culturais como poetas, artesãos e todos aqueles que lutam pela cultura popular.

Temos, ainda, como parte integrante de nossos objetivos e ações, o apoio e luta junto a sociedade e comunidade. A UBEN deseja continuar sempre a lutar e trabalhar para o bem comum dos jovens, em apoio e conjunto da família e da sociedade, na garantia de que unidos somos ainda mais fortes.

Site da UBEN: http://www.uben.org.br/
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A Luta em Teresina

CARTEIRA DE ESTUDANTE A 16 REAIS É ROUBO!

CÚPULA DA CMEIE FAZ DESCASO DO ANSEIO DOS ESTUDANTES

Os estudantes de Teresina, dirigidos pela AMES, já demonstraram que não aceitam pagar uma carteira de estudante a 16 reais. E temos razão nisso. Afinal, em todas as capitais brasileiras o preço da carteirinha não chega a R$ 10,00.

Demonstramos a nossa insatisfação no abaixo assinado com mais de 5.000 assinaturas que foi entregue à CMEIE; demonstramos isso numa passeata com mais de 500 estudantes realizada em março; demonstramos isso numa audiência pública na Câmara Municipal de Teresina e demonstramos isso numa audiência com o prefeito da cidade.

Toda a sociedade tem nos apoiado nesta luta. Os jornais, a televisão, os portais, têm dado ampla repercussão aos nossos reclamos. Só a cúpula da CMEIE, aferrada ao poder que não foi outorgado por nenhum estudante, vira as costas ao nosso clamor.
Além de se manter arrogantemente alheia à nossa luta, além de não responder ao nosso abaixo-assinado, além de viver às custas do nosso dinheiro, a cúpula da CMEIE ainda excluiu arbitraria e ilegalmente a AMES dos seus quadros, quando a AMES ali chegou pela força dos estudantes, amparada numa lei aprovada pela Câmara. Mas eles se acham acima da lei.

Sabemos por que isso aconteceu. É que a AMES é hoje a única entidade estudantil que tem a coragem de denunciar o abuso que fazem contra o nosso bolso. As outras entidades, que também deveriam estar do nosso lado, estranhamente se omitem. E a cúpula da CMEIE tem medo de quem fala a verdade.
Mas não vamos deixar barato! Vamos continuar com o nosso movimento e com o nosso abaixo assinado, aumentar a quantidade de assinaturas, exigir da cúpula da CMEIE uma resposta e gritar cada vez mais alto: Carteira a 16 reais é roubo!

Pedro Claudio

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Como faço pra criar o C.A.?

Para criar um CA, a união dos estudantes do curso é fundamental. Além de unidos, eles devem estar decididos a criar um CA e convencidos da importância desse órgão na organização estudantil.

Para que a união exista de fato, é necessário que no processo de discussão para a criação do CA haja estudantes de todas as turmas (no caso de o curso ter mais de uma turma) e séries. A postura dos estudantes que estão a frente do Movimento de criação deve ser a mais receptiva possível, de modo que todos os estudantes, principalmente os menos experientes se sintam aptos a começar estudar se aprofundar naquelas discussões que permeiam a criação do CA e a ação dos estudantes no Movimento Estudantil.

Depois de estabelecida a união e coesão dos estudantes deve-se formar uma comissão de divulgação que levará a discussão a ainda mais pessoas e fará a divulgação de reuniões para a discussão do Estatuto do CA. Quando o Estatuto do CA estiver pronto e for consenso entre o maior número de estudantes possível, a comissão de divulgação ou outra comissão formada para esse fim marcará uma Assembléia Geral com pauta única: Fundação do Centro Acadêmico.

A primeira coisa que a Assembléia deve decidir é qual será o(a) estudante que presidirá a “reunião” e qual será o(a) estudante que escreverá ata. Entre as deliberações seguintes da Assembléia devem estar: o nome que será dado ao CA; o Estatuto que será adotado; a eleição de uma comissão eleitoral (que conduzirá o processo de eleição da primeira diretoria do CA) e se possível a data da eleição. Todas as deliberações e manifestações da Assembléia devem constar na Ata da Assembléia e sem ela, não há fundação do CA.

Feito isso, a comissão eleitoral deve organizar a eleição e a inscrição das chapas (se a eleição for por chapa, o que é decidido pelo estatuto do CA). Depois de realizada a eleição e eleita a diretoria do CA (se o CA tiver diretoria, isso também deve ser estabelecido no Estatuto. Pode-se por exemplo acatar um modelo participativo ou anárquico de gestão do CA, o que pode desobrigar a necessidade de uma diretoria), deve-se elaborar a ata de eleição e a ata de posse da diretoria.

Para o registro da diretoria e do CA, deve-se ter em mãos os seguintes documentos:

1- Carta convocatória da Assembléia Geral de fundação do CA aos estudantes.

2- Lista de presença, devidamente assinada, da assembléia geral.

3- Ata da assembléia geral assinada por quem a presidiu e por quem escreveu a ata. (3 cópias autenticadas)

4- Estatuto da entidade adequado à legislação atual (2 cópias originais ou uma autenticada)

5- Carta convocatória da Eleição para Diretoria do CA aos estudantes.

6- Ata de eleição da diretoria (2 cópias)

7- Ata de posse da diretoria (2 cópias)



O registro de todos esses documentos em cartório sai por um preço que depende da sua cidade sem contar as despesas com advogado, que podem ser suspensas desde que exista algum advogado amigo apto a fazer o serviço gratuitamente. Noutro caso, sairá muito mais caro.

Pronto, depois desses passos e do registro do CA ele está estruturalmente pronto. Vale lembrar, porém, que essa parte burocrática, apesar de importante, não é nada frente do que é a importância da participação e da atividade dos estudantes do curso no CA. Isso sim faz um CA existir de verdade.



Modelo de Atas, estatutos e convocatórias

Modelo de Carta Convocatória da Assembléia: Convocamos todos os estudantes do Curso X para a Assembléia Geral no dia 01/01/01, às 12:00 horas no anfiteatro Y, na qual se discutirá a Fundação do Centro Acadêmico Z.

Então assinam a baixo da carta convocatória quatro ou cinco estudantes dispostos a montar o CA. É bom caber tudo numa só folha para o registro ficar mais barato.

Modelo da lista de presença: Lista de presença da Assembléia Geral dos Estudantes do Curso de X da UNIFESP, para deliberar sobre a Fundação do Centro Acadêmico dos estudantes de X da UNIFESP. Assinam abaixo, todos os presentes na Assembléia.

É bom que na lista haja espaço para o nome, assinatura e RG. Mas isso é opcional.

Modelo de Estatuto: para ver um modelo de Estatuto, clique no Link “Estatuto do DCE” e conheça um dos melhores Estatutos de entidades gerais do Brasil. Entretanto, aconselho aos construtores do CA que eles proponham seu próprio Estatuto e discutam o Estatuto artigo por artigo em público com o maior número de estudantes possível.

Modelo de Carta Convocatória da Eleição: nos mesmos moldes da carta convocatória para a Assembléia Geral. Só é necessário adequar o conteúdo da convocatória ao evento.

Modelo de Ata de Fundação: Aos___ dias do mês de ___ do ano de ___ na cidade de ___ os estudantes do curso de ___ da Universidade Federal de São Paulo, em Assembléia Geral, sob presidência de (o nome do estudante eleito para presidir a “reunião”) e secretariado de (o nome de quem foi eleito para escrever a ata), escolhidos dentre os estudantes presentes na Assembléia, dão por iniciados os trabalhos o põe em discussão a pauta única de Fundação do Centro Acadêmico Z. Em seguida foi discutido e aprovado o Estatuto que regerá a entidade, e que segue em ata anexa. Ficou decidido que os estudantes A, B, C e D irão compor a Comissão Eleitoral responsável pela realização e divulgação da eleição que ocorrerá no dia ___. Declara-se então, fundado o Centro Acadêmico Z (Z é o nome do CA pra quem não tiver sacado até agora), entidade representativa dos estudantes de X da Universidade Federal de São Paulo. Encerrado os debates, encerrou-se a Assembléia Geral e a presente ata, que para fins de direito vai devidamente assinada.

_____________ Presidente da Assembléia

_____________ Secretário da Assembléia.

Obs.: essa ata é só de exemplo e o secretário da assembléia pode, por exemplo, escrever até os diálogos das discussões. Mas lembre-se, quanto menor a ata, mais barato o registro.

Modelo da Ata de Eleição:




Modelo de Ata de Posse:


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Associações Atléticas

As atléticas têm a função de organizar as atividades desportivas e incentivar a prática de esportes variados dentro de um ou mais cursos de uma faculdade ou universidade. Em algumas instituições, onde existam várias atléticas, pode-se criar uma Atlética Geral ou Central.
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Executivas de curso

As Executivas de Curso são uma forma muito importante de os estudantes se organizarem, pois elas reúnem os alunos de um mesmo curso em nível nacional e regional. Realizam, geralmente todo ano, encontros nacionais dos cursos, que são um momento muito importante de troca de experiência e debate.

Existem a Executiva de Curso Nacional e a Regional. A Executiva Nacional é a entidade de representação da área de um determinado curso em âmbito nacional. A escolha da diretoria é feita de acordo com o estatuto de cada executiva.

A maioria das executivas escolhe os representantes em congressos, mas existem algumas exceções, como a ENECOS, Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social, escolhida em eleição direta dos alunos de escolas filiadas. A Executiva Regional compreende determinadas regiões do país (também dependendo do estatuto de cada executiva).
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UEE – União Estadual dos Estudantes

A UEE é entidade filiada à UNE que representa todos os estudantes universitários de um estado. Nem todos os estados do país têm ainda sua UEE. A UEE é a entidade responsável pelas mobilizações, campanhas e outros assuntos de interesse dos estudantes dentro dos Estados.
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D.C.E. – Diretório Central dos Estudantes

O D.C.E., Diretório Central de Estudantes, é mais comum em grandes universidades, que possuem muitos cursos. Neste caso, os C.A.s e/ou D.A.s da instituição podem optar por criar um D.C.E., do qual todos farão parte. Este passa a ser o órgão máximo de representação dos estudantes dos diversos cursos, dentro e fora da instituição.

Geralmente os DCEs trabalham muito junto com as entidades de base (D.A.s e C.A.s), formando um conselho de entidades de base, que ajuda a tomar decisões e a levar adiante as campanhas, atividades e lutas do DCE.
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D.A. – Diretório Acadêmico

O D.A., Diretório Acadêmico, é uma entidade criada para representar os alunos de uma faculdade que congregue vários cursos. Por exemplo, em algumas universidades existem unidades que congregam vários cursos – engenharia civil, engenharia elétrica, engenharia mecânica. Outro exemplo é uma entidade que reúne cursos de jornalismo, publicidade, relações públicas, cinema e editoração, que funcionam todos na mesma faculdade.
Aí o pessoal resolve fundar um D.A. que representa todos esses cursos. Seus integrantes são eleitos para defender os direitos e o interesse dos alunos dentro da instituição.
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C.A. – Centro Acadêmico

O C.A., Centro Acadêmico, é a entidade de base do movimento estudantil. Representa os alunos de um determinado curso. Assim, em uma universidade que tem vários cursos os estudantes podem se organizar em cada um deles. O C.A. é a entidade que defende os interesses dos alunos dentro daquele curso, discute o currículo, as melhorias necessárias para o curso, promove atividades culturais e científicas, palestras, enfim tudo o que for interesse dos estudantes.

É também a entidade que faz o contato mais direto das organizações estudantis nacional (UNE) ou estadual (UEE) com os estudantes. Se vai Ter uma passeata contra o aumento de mensalidades ou em defesa da CPI da corrupção, por exemplo, é o C.A. que mobiliza e organiza os alunos para participar, em cada faculdade, em cada cidade.
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segunda-feira, 21 de abril de 2008

Dois mil nas ruas de Fortaleza



O mês de março foi marcado por uma intensa jornada de lutas da juventude cearense em homenagem ao estudante Edson Luís Lima Souto, morto pela ditadura militar. Os muros da cidade foram coloridos de vermelho, com a palavra de ordem “Edson Luís vive!” e “Etufor, tufor, tire as mãos da meia estudantil” – uma referência à Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) e à meia passagem para os estudantes. Assim eles cumpriram a promessa feita em 28 de março de 1968, durante o velório do estudante assassinado: “Neste luto, começou a luta!”.

Depois de percorrer escolas e bairros, montar comitês de mobilização, discutir os problemas da juventude, os estudantes escolheram, para irem à ruas, o dia 27 de março. Nesse dia, cerca de dois mil estudantes de 22 escolas organizados pela União dos Estudantes Secundaristas da Região Metropolitana de Fortaleza (Uesm) e pela União da Juventude Rebelião (UJR) saíram para denunciar a situação de exclusão da juventude e reivindicar educação pública de qualidade e o direito à meia-estudantil.

O ato começou às portas da Etufor, órgão que fiscaliza o processo de confecção das carteirinhas estudantis, ocasião em que os alunos entregaram um abaixo-assinado com mais de 10 mil assinaturas exigindo a revalidação das carteiras dos estudantes de Fortaleza sob o controle da Uesm, única entidade de luta e com legitimidade na cidade.

Foi cobrada a autonomia da entidade estudantil de confeccionar a carteirinha sem intervenção dos empresários e da Prefeitura, a qual demonstrou toda sua incompetência em gerir o processo, deixando, em 2007, mais de 150 mil alunos sem o documento exigido pelas empresas de ônibus para pagar meia passagem.
Em seguida o movimento foi para o Palácio de Iracema, sede do governo estadual, onde, durante mais de meia-hora, trancaram uma das principais vias da cidade, a Avenida Washington Soares. Os estudantes entoavam palavras de ordem e erguiam bandeiras e cartazes com suas reivindicações. Também levaram escudos de madeira pintados com as iniciais da União da Juventude Rebelião, que foram utilizados para ajudar o trancamento da avenida e protege-los de possíveis confrontos com a polícia. Também um Judas de Bush foi malhado pelos estudantes.

A polícia tentou intimidar a juventude com várias viaturas, mas logo viu que de nada adiantaria, pois os estudantes só sairiam quando fossem recebidos pelo governo. As negociações foram tensas. Com a promessa de que uma comissão de estudantes seria recebida, o movimento decidiu liberar uma faixa da via por cinco minutos. Caso a comissão não entrasse, novamente a avenida seria totalmente bloqueada.

A estratégia foi vitoriosa e a passeata seguiu até o Palácio de Iracema, onde uma comissão foi recebida pelo gabinete do governador do Estado. Em pouco tempo, vários compromissos foram assumidos pelo governo, firmados a partir da pauta de reivindicações de cada escola mobilizada. Entre os compromissos assumidos estão a reforma das escolas, projetos de qualificação profissional para os estudantes, projeto de cultura nas escolas, estudo para a viabilização da merenda escolar para o ensino médio etc.

Para Glaydson Santana, presidente da Uesm, “a manifestação representou a vontade e a disposição da juventude cearense de lutar pelos seus direitos, de conquistar melhores condições de ensino, a meia estudantil em Fortaleza e também na zona metropolitana.”

Quéops Damasceno, UJR CE

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quinta-feira, 10 de abril de 2008

"Apoiar o Movimento Estudantil édefender uma tese,
fazer parte do Movimento Estudantil é valorizar a melhor etapa de nossas vidas.
Por isso, continue fazendo e defendendo o Movimento Estudantil..."
(Daniel Kraetzig)
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quarta-feira, 2 de abril de 2008

"Só quero um espaço no mundo para aprender as lições da vida...."
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Como fundar um Grêmio Estudantil


Para formar o Grêmio são necessários 5 grandes passos, todos muito importantes. Veja com atenção cada um dos passos.



1º PASSO

• O grupo interessado em formar o Grêmio comunica a direção escolar, divulga a proposta na escola e convida os alunos interessados e os representantes de classe (se houver) para formar a COMISSÃO PRÓ-GRÊMIO. Este grupo elabora uma proposta de Estatuto que será discutida e aprovada pela Assembléia Geral.


2º PASSO

• A Comissão Pró-Grêmio convoca todos os alunos da escola para participar da
ASSEMBLÉIA GERAL. Nesta reunião, decidem-se o nome do Grêmio, o período de campanhas das chapas, a data das eleições e aprova-se o Estatuto do Grêmio. Nessa reunião também se definem os membros da COMISSÃO ELEITORAL.

Importante: A Assembléia Geral precisa ser registrada em ata.


3º PASSO

• Os alunos se reúnem e formam as CHAPAS que concorrerão na eleição. Eles devem apresentar suas idéias e propostas para o ano de gestão no Grêmio Estudantil. A Comissão Eleitoral promove debates entre as chapas, abertos a todos os alunos.


4º PASSO

• A Comissão Eleitoral organiza a ELEIÇÃO (o voto é secreto). A contagem é feita pelos representantes de classe, acompanhados de dois representantes de cada chapa e, eventualmente, dos coordenadores pedagógicos da escola. No final da apuração, a Comissão Pró-Grêmio deve fazer uma Ata de Eleição para divulgar os resultados.


5º PASSO

• A Comissão Pró-Grêmio envia uma cópia da Ata de Eleição e do Estatuto para a Direção Escolar e organiza a cerimônia de POSSE DA DIRETORIA do Grêmio (quem cuidará do que no Grêmio Estudantil).

A cada ano, reinicia-se o processo eleitoral a partir do 3º passo.


GLOSSÁRIO

COMISSÃO PRÓ-GRÊMIO

Grupo de alunos interessados na formação do Grêmio. Tem como tarefas: divulgar a idéia do Grêmio na escola, elaborar o Estatuto do Grêmio e convocar a Assembléia Geral.

ASSEMBLÉIA GERAL

Reunião de todos os alunos da escola para discutir e aprovar alguma proposta do Grêmio. É o órgão máximo de decisão do Grêmio Estudantil. Para garantir que a decisão da Assembléia Geral seja representativa, pelo menos 10% dos alunos matriculados na escola deverão estar presentes na reunião, do contrário, convoca-se outra Assembléia Geral.

COMISSÃO ELEITORAL

Grupo formado por dois representantes de cada chapa, representantes de classes e Coordenação Pedagógica da escola. Será responsável por todo o processo eleitoral: fazer as cédulas com os nomes das chapas, providenciar a urna, contar os votos e divulgar os resultados.

ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES (APM)

É uma instituição auxiliar da escola, que tem como objetivo contribuir com o processo educacional e a integração família-escola comunidade.

Como a escola não tem autonomia para movimentar recursos financeiros diretamente, é pela APM que recebe e aplica recursos vindos da Secretaria de Educação ou resultante de festas, contribuições etc.

É composta por, no mínimo, 23 pessoas (onze no Conselho Deliberativo, nove na Diretoria Executiva e três no Conselho Fiscal).

CONSELHO DE ESCOLA

O Conselho é o maior órgão de decisão da escola. É composto por 40% de professores, 25% de pais, 25% de alunos, 5% de especialistas e 5% de funcionários, eleitos no início do ano.

MAIORIA SIMPLES DE VOTO

Considerando o total de votos obtidos, vence quem receber o maior número de votos (metade mais um).

QUORUM

Número de pessoas presentes em uma reunião, assembléia ou discussão.



Pode-se estabelecer um quorum mínimo, ou seja, um número mínimo de pessoas necessário para legitimar uma decisão.

Existem três níveis de representação das entidades estudantis: as municipais,
as estaduais e a federal. Elas são autônomas. Por exemplo, no caso de São Paulo:


MUNICIPAL

UMES (União Municipal dos Estudantes Secundaristas)
Representa os estudantes do Ensino Médio. Toda cidade pode ter sua entidade.



ESTADUAL

UPES (União Paulista dos Estudantes Secundaristas)


Representa os estudantes do Ensino Médio do estado de São Paulo. Cada estado pode ter sua entidade.

NACIONAL

UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas)
Representa todos os estudantes do Ensino Médio brasileiro.


Exemplos de estatutos para Grêmios Estudantis(é só clicar e fazer o download):

http://www.divshare.com/download/3843164-110


Este caderno do Instituto sou da paz, contém um projeto mais elaborado e modelos de ata e estatuto(clique para baixar):

http://www.soudapaz.org/download/caderno.pdf


Fonte: http://www.mundojovem.com.br/


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